Tuesday, November 08, 2005

29 de Abril de 2005

Como tinhamos direito ao carro ate as 13h, e como hoje, 6a F,o Vasco nao teve aulas, aproveitamos para ir conhecer o mar. A uns escassos quilometros daqui, e a menos tempoque separa Lisboade Sintra a um dia de semana, fica um parque natural com uma praia fantastica, deserta e com um vasto areal. Como la conseguimos chegar? perguntam voces. Resposta: - com a mesma sorte que nos tem conduzido neste ano de casados... Pois e, o destino quis que o Vasco tivesse vontade de beber um cafe exactamente no sitio onde, junto a uma igreja (ver foto), havia um mini supermercado. Nesse estabelecimento estava um Sr, gordo, muito simpatico que nos perguntou o que andavamos a fazer neste lindo dia, ao qual respondemos: - vamos em direccao ao mar, para ver pela 1a vez o oceano Pacifico. E a partir dai, ja tinhamos, de borla, um jornal da regiao com um mapa bem detalhado com o caminho que deviamos tomar, tal como uma revista sobre os artistas locais e sobre as exposicoes que estavam a fazer (mal o Sr sabia que eu tambem sou artista).O gentilSr aconselhou-nos, nao a ir ao cabo, porque era mais longe, mas sim a praia de Lemantour ( nao sei se o nome esta certo, mas anda por la perto). Realmente dessa praia a vista e muito vasta e ficamos com imensa vontade de ter um carro para la irmos molhar o pe umas tantas vezes. Atencao que as praias aqui tem tubaroes, e dos comiloes, nao dos que nos rodeavam no oceano Indico. Parece que vamos ter que adoptar a tecnica infantil do balde de plastico para nos refrescarmos quando estivermos nestas praias. O parque natural fez-nos imenso lembrar Africa na sua luxoriante concentracao de especies de arvores. E so nao vimos Alces, porque nao calhou. No camilho, e nos dois sentidos, vimos uma serie de ranchos com casas de madeira, lagos e um vasto relvado de um verde fresquissimo. Ha imensos campos de Golfe mesmo junto a estrada, o que agradaria muito ao Tio Joao. A tarde, depois de colocarmos a conversa em dia pelo skype, o Vasco retomou aos estudos e eu acabei de preparar o jantar e dei os ultimos retoques ao quadro para a comunidade portuguesa. Quando o Vasco saiu do escritorio e viu a mesa posta para 8 pessoas, com flores ao centro e a sala com os aperitivos e as velas, ficou muito bem impressionado com a capacidade deste apartamento. As visitas chegaram exactamente as 19h, como previsto, e tudo correu as 1000 maravilhas. Trouxeram-nos imensos presentes, e o Manuel Madruga nao se esqueceu de trazer umas tabuas de contraplacado que eu tinha visto no jardim dele e que eram para deitar fora. Vou aproveitar para experimentar novas cores sobre madeira... Como uma boa portuguesa atrasei-me um pouco na elaboracao dojantar, mas as 20h ja estavamos a mesa e as 22h estavamos a porta a despedir-nos das nossas visitas. O jantar foi composto por: folhados de queijo de cabral com mel e nozes;bacalhau espiritual com salada de espinafres, tomate e milho;tiramisu;cafecom pausinhos de canela para mecher e cha servido no bule branco ( cacostumam serviro cha nas canecas com a saqueta la dentro). Resultou tudo muito bem e o convivio foi excelente. Quando oferecemos o quadro, ficaram todosmuito felizes e agradeceram muitoem nome da comunidade portuguesa. OPedro Ricardo retribuiu-nos a oferta com dois desenhos feitos por ele na nossa presenca. O resto da noite foi passado a lavar a loica, mas com a ajuda do Vasco foi num instante e as 23:30 ja estavamos a fazer oh-oh.

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